5 razões para você ficar de olho no mercado de loteamento

Em um momento de crise mundial por conta do novo coronavírus, o mercado financeiro passa por momentos de incerteza. O mercado de loteamentos vem ganhando mais atenção de investidores, incorporadoras e compradores, uma vez que é garantia de um investimento seguro. Por quê?

Confira, abaixo, cinco motivos pelos quais você deveria começar a ficar atento ao mercado de loteamento.

1. O mercado de loteamentos é quase tão grande quanto o de incorporação

Quando falamos de incorporação, todo mundo sabe do que se trata! Todos os prédios, residenciais ou comerciais, e os condomínios de casas, são exemplos comuns de incorporações imobiliárias.

Mas você já parou para pensar que esse prédio, um dia, já foi um terreno? E esse terreno, um dia, já foi uma fazenda rural? Pois é, em algum ponto no passado, essa área passou pelo processo de loteamento!

De acordo com o Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (SECOVI-SP), nos anos de 2015 e 2016, apenas no Estado de São Paulo, foram lançados 63,9 mil lotes para comercialização, frente a 109,6 mil apartamentos ou casas de condomínio.

Por serem o produto da transformação de áreas rurais em urbanas, não encontramos muitos loteamentos em grandes metrópoles, como São Paulo ou Rio de Janeiro, pois são municípios com pouca área rural remanescente. Mas basta analisar as cidades vizinhas para ver o quão comuns são os loteamentos em todo o País.

2. O mercado imobiliário promete para 2019

O ano de 2019 será bom para se investir em imóveis. Após a última crise, o mercado imobiliário entrou na fase de recuperação no segundo semestre de 2017 e, desde então, demonstra melhoras substanciais, em especial nas vendas, de acordo com Gustavo Milaré, advogado, mestre e doutor em Direito Processual Civil. Uma prova disso é que, segundo a Associação Brasileira de Incorporação (Abrainc), no primeiro semestre de 2018, houve aumento de 52% no número de unidades comercializadas na cidade de São Paulo, em comparação ao mesmo período de 2017.

Além disso, fatores como a inflação em baixa, a diminuição da taxa de juros e de financiamento, o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional e, principalmente, a regulamentação da Lei de Distrato, sancionada em dezembro de 2018, fizeram com que o índice de confiança de empresários e consumidores atingisse níveis altíssimos.

3. O setor de loteamentos resiste muito bem a qualquer tipo de crise econômica

Mesmo em tempos de crise, o setor de loteamentos continua se mostrando seguro. Isso se dá porque o preço de um lote é inferior ao preço de uma casa ou apartamento para um mesmo público. Esses baixos preços permitem que os consumidores adquiram um imóvel próprio mesmo com a crise, e também atraem consumidores que têm o sonho do imóvel próprio, mas que, com a crise, não têm condições de adquirir uma casa ou um apartamento.

4. Loteamentos podem ser mais rentáveis do que incorporações para o empreendedor

Por possuir um custo de obra muito menos expressivo do que o custo de incorporação, os loteamentos conseguem atingir rentabilidades superiores.

Isso acontece mesmo com preços de venda mais baixos, e faz com que o investimento nessa modalidade de empreendimento imobiliário seja muito interessante.

5. Os loteamentos fomentam a economia local

A criação de um bairro planejado tem um impacto enorme para uma cidade. Sua implantação beneficia não só seus futuros moradores, como toda a população do município. Um bairro estruturado cria uma nova centralidade, levando infraestrutura a uma região da cidade que, até então, não a possuía.

Isso gera muitas oportunidades para que comerciantes e prestadores de serviço locais e regionais desenvolvam seus negócios nas proximidades do empreendimento, ou mesmo dentro dele. Este fator agrega valor tanto para o próprio bairro planejado como para os bairros vizinhos.

Então, como posso me tornar investidor de loteamentos?

Atualmente, o acesso a oportunidades de investimento em loteamentos é bastante restrito. Isso ocorre pois muitas loteadoras acabam desenvolvendo suas obras com o próprio capital da empresa e as que optam por captar recursos geralmente os fazem diretamente com grandes investidores.

A Glebba Investimentos, primeira fintech do Brasil a realizar crowdfunding imobiliário para loteamentos, promete inovar o setor, democratizando o acesso a esse tipo de investimento.